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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Treze regras infalíveis para a esposa destruir seu casamento



1. Procure os conselhos de pessoas incrédulas quando tiver problemas no casamento. As orientações da Bíblia, a busca da vontade de Deus em oração e os conselhos dos crentes são coisas fora da realidade.

2. Esqueça o ideal bíblico de submissão da esposa. Hoje os tempos são outros. Seja moderna, independente e autoconfiante. Você já percebeu como aquelas mulheres da novela vivem assim e parecem tão felizes e respeitadas?

3. Pregue sempre para o seu marido. Apresente a ele longos sermões citando versículos decor. Durante o sermão não se esqueça de dizer que ele deveria ter escutado a pregação do pastor no domingo.

4. Critique-o sempre diante das suas amigas e parentes. Faça isso mesmo quando ele estiver presente. Deixe que todos saibam o quanto ele deixa a desejar como marido. Falando em críticas, não se esqueça também de falar mal dos parentes dele.

5. De vez em quando, trate-o com frieza e fique sem falar com ele. Essa é uma maneira sutil de torturá-lo e servirá para ele aprender a lhe dar valor.

6. Quando houver discussões, “jogue na cara” dele as falhas do passado e ameace-o com a separação. Diga que se as coisas continuarem assim não haverá outro jeito.

7. Mantenha-se sempre “emburrada”, mal humorada e ríspida, principalmente quando ele chegar do trabalho. Isso fará com que ele não sinta vontade de ir para casa.

8. Tome a frente de tudo. Afinal de contas, se você não tomar a iniciativa, quem o fará, não é mesmo?

9. Jamais abra mão de suas opiniões. Seja teimosa. Lembre-se que seu marido não tem “visão das coisas”.

10. Coloque os filhos sempre à frente dele. Nunca o deixe pensar que está em primeiro lugar. O interesse principal para você deve sempre ser as crianças.

11. Fale contra seu marido para os seus filhos. Conquiste a cumplicidade deles fazendo com que, mesmo em família, ele se sinta só e deslocado.

12. Jamais se preocupe em se arrumar para agradá-lo. Ser encantadora é coisa de mulher vulgar. Para que perder tempo com isso?

13. Demonstre frieza e desinteresse nas relações do leito conjugal. Tudo deve parecer sempre forçado, pouco espontâneo, obrigatório e sem graça.


Blog: Libertos do Opressor
Fonte: Pr. Marcos Granconato na Igreja Batista da Redenção

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dois extremos na vida Cristã; Ascetismo e o Hedonismo.

Crente não bebe, não dança, não fuma, não vai ao cinema, não vai a praia, não assiste TV, não ouve músicas seculares etc. 

Assim foi criado um estereótipo do cristão protestante, especialmente os pentecostais, que ainda permanece na sociedade. 


O ascetismo, marca registrada da “espiritualidade” medieval, atingiu em cheios os cristãos pietistas (A origem da palavra PIETISTA é latina, “pius” = “aquele que cumpre seus deveres”, mas é usada para se referir a uma “reverência especial a Deus”, sinônimo de “devoção”.) Enquanto isso a sociedade hedonista do grego hedonê, "prazer", "vontade"é uma teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana. busca, a cada dia, satisfação nos prazeres fúteis e passageiros desse mundo.
O que é hedonismo? 
O que é ascetismo? E por que a igreja deve evitar essas “filosofias”?


1° O hedonismo é uma “teoria ética que identifica o bem com a felicidade e entende a felicidade como a presença do prazer e a ausência da dor”


2° O ascético acredita que a prática de “exercícios espirituais” irá recompensá-lo com a salvação, pois a ascese leva o homem para realização plena da virtude e mortificação da carne.

O hedonista adora o prazer, o ascético o despreza com veemência. O hedonista cultua o corpo, enquanto o ascético o vê com desconfiança. Um é anti-bíblico e o outro também. A cristandade sempre se aproximou do ascetismo, mas hoje é possível ver “cristãos” hedonistas, principalmente os contaminados pela pregação de prosperidade e saúde plena. Os “cristãos” ascetas ainda continuam, principalmente em igrejas pentecostais, contaminados pelos seus equívocos.


Hedonismo e os “prazeres” do evangelicalismo


Os adeptos da “teologia” da prosperidade são hedonistas, pois os mesmos acham que a felicidade está no prazer da glória terrena. Os pastores que pregam tal aberração exaltam em testemunhos estridentes aqueles que conquistaram um modelo de vida luxuoso. As evidências da vida “cristã” se constituem, dentro desse contexto hedonista, com carros, mansões, iates, sucesso empresarial etc.
O Movimento Carismático acentua demasiadamente o “sentir-se bem” no ambiente de culto. Com isso, os cultos carismáticos são recheados de clichês com músicas do tipo mantra. A dita “adoração extravagante” atende a demanda do misticismo vazio de conteúdos objetivos. Nesses “momentos de adoração”, a eventual êxtase serve como o ópio contrário a racionalidade cúltica proposta pelo apóstolo Paulo em Rm 12.01.




Ascetismo e seus males


Como dito no início, o protestantismo criou vários estereótipos em versões de tabu quanto aos prazeres dessa terra. Comportando-se somente como peregrinos, os cristãos rejeitaram a cultura e o papel de influência sobre ela. Nessa cosmovisão, criam forte aversão ao cinema, rádio, televisão, erudição, esportes, lazeres, entretenimento, teatros, artes, danças, esculturas etc. Fruto de uma dicotomia grega chamada Gnosticismo que vem do grego gnosis , "conhecimento". .... desdobra na divisão entre corpo (que é mau) e espírito (que é bom),, e não de convicção bíblica, o legalismo protestante desprezou a dosagem equilibrada do prazer.




A falsa santidade e o ascetismo


Prejuízos enormes já foram causados pela confusão existente nas cabeças legalistas, entre ascetismo e santidade. Santidade vem de Deus, ascetismo vem do homem; santidade está casada com a graça, ascetismo está casado com o legalismo; santidade liga a Deus, ascetismo afasta o homem de Deus. Santidade tem uma total dependência da obra regeneradora e purificadora do Espírito Santo, enquanto o ascetismo depende do esforço humano. Quantos pentecostais pregam e vivem como se os “usos e costumes” os levassem para o céu! Sobre o assunto, sabiamente escreve o teólogo Augustus Nicodemus:


Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney, a Bíblia na Linguagem de Hoje. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol e nunca tomar um copo de vinho ou uma cerveja. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos pentecostais no Brasil, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).


Precisamos de uma compreensão correta de santidade.

Nesse artigo não há sugestões para aversão a leis, regras, costumes ou tradições e nem incentivo para vida dissoluta, em que violenta a Graça de Deus. A Bíblia estabelece princípios irrevogáveis, em que muitos preceitos encontram suas bases. Lembrando que regras, tradições e preceitos mudam, mas os princípios (essência) não devem mudar.
A compreensão correta da santidade, nunca levará os homens para comportamentos pecaminosos. Quem peca baseado na “graça de Deus” está redondamente enganado! Os que usam a Graça para o pecado, entram no conceito de Judas, de "homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo. (Jd. v.4),


Por isso, que a igreja bem doutrinada, ou seja, bem ensinada nos princípios bíblicos, gerará necessariamente bons costumes, que nunca serão impostos ou encarados de maneira legalista. Preceitos bons nascem de boa pregação, mas pregação doente gera somente crentes doentes e sem a compressão da Graça de Deus!

Conclusão
O desequilibrado hedonista destrói sua vida com seu modus vivendi louco e irresponsável, enquanto o asceta não aproveita a beleza que Deus deixou nessa terra. Ambos estão errados, ambos se autodestroem, pois é comum ver hedonistas viciados em bebidas e drogas, enquanto muitos ascetas estão obesos pela vida sedentária. O cristão gosta do equilíbrio!


 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Cobertura Espiritual: É Bíblica?

Nos últimos tempos tem-se levantado um novo ensinamento por líderes que querem manter seus seguidores atados a eles tal qual escravos atemorizados.
Esses pregadores ostentam grande glória e conhecimentos, e forçam os membros das suas congregações que continuem a lhes ser sujeitos, como se fossem a fonte de toda bênção.

Um pastor é um "servidor", não um "mestre" da igreja e, ao servir a Deus para o bem da Igreja, deve protegê-la e guiá-la espiritualmente a Deus e sua palavra, tal como o pastor conduz as ovelhas para pastagens frescas e água límpida (isto é, um tipo de doutrina).Um membro deve respeitar, ser obediente, e não causar problemas para o seu pastor, porque esse é um claro mandamento bíblico.

    "Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil." Hebreus 13:17.

Agora isso não significa que os membros não possam recusar, fazer objeção, e discernir se o que o pastor está pregando e fazendo é a coisa certa diante de Deus. Os pastores têm que prestar contas a Deus, não seus seguidores ou membros de sua congregação, mas de si próprios e do que fizeram. Cada pessoa terá de dar conta de si próprio e não outro qualquer.

    "... Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus." Romanos 14:12.

Todos os cristãos são sacerdotes de Deus e são chamados a estarem preparados em todos os momentos através da palavra, para fazer um bom serviço.

    "E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém." Apocalipse 1:6.

    "E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra." Apocalipse 5:10.

Isto significa que todos são responsáveis pelo estudo bíblico e comparar os ensinamentos dos líderes com o que diz a Palavra. Um líder que obriga ou intimida seus membros de se manterem sob a sua assim chamada "cobertura" está agindo de forma sectária e os controlando tal qual um ditador. O cristão não está sob o controle de ninguém; ele é livre, tendo sido libertado por Deus.

    "Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1.

    "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor." Gálatas 5:13.

É muito importante a adesão a um igreja local e prestar contas a alguém (um pastor, líder, professor, conselheiro etc.). Isto nos torna mais responsáveis por nossas ações e nos mantém na linha; mas isso não significa que a pessoa a quem prestamos conta e confiamos para direção espiritual seja infalível e soberano domínio sobre as nossas vidas, além de bons conselhos e disciplina dada de acordo com a Bíblia por razões legítimas.

A cobertura do crente vem de Deus, e a alegação de que um cristão sinta a necessidade de deixar certa filiação a alguma igreja não lhe deixa sobre qualquer "direito legal" de Satanás: isso é inteiramente falso. Na verdade, esta é a mesma tática utilizada por seitas como as Testemunhas de Jeová, por exemplo. A cobertura de um crente não depende da organização ou congregação a que ele pertence, ou a que o líder (Pastor) tem; ela vem de Deus. É Deus quem protege os fiéis e os guia em tudo.

    "E para que sejamos livres de homens dissolutos e maus; porque a fé não é de todos. Mas fiel é o Senhor, que vos confirmará, e guardará do maligno." 2 Tessalonicenses 3:2,3.

    "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós, que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo." 1 Pedro 1:3-5.

    "Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém". Jude 24, 25.

    "Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca." 1 João 5:18.

A cobertura não é oferecida ou dada pelos homens aquela que te mantém longe do diabo e livre de seus ataques, mas é a cobertura do teu Deus, através do Espírito Santo, a que nos protege.

Amém.

Postado pelo Bereianos .Cleber Olympio, sob permissão do autor e do Ministerio El Remanente Inc. Alabama, EUA.

sábado, 12 de maio de 2012

PERDOEM-ME O DESGOSTO! ...ESTÁ INSUPORTÁVEL!



Perdoem-me, irmãos, eu confesso a tão aguardada confissão de minha boca. Sim, eu confesso que não posso mais deixar de declarar a minha alma. Para mim é questão de vida ou morte. Perdoem-me, irmãos, mas eu preciso confessar.

Sim, eu confesso…

Está insuportável. Se eu não abrir a minha boca, minha alma explodirá em mim.

É insuportável ligar a televisão e ver o culto que se faz ao Monte Sinai, que gera para escravidão. Os Gálatas são o nosso jardim da infância. Nós nos tornamos PHDs do retrocesso à Lei e aos sacrifícios. Pisa-se sobre a Cruz de Cristo em nome de Jesus. Insuportável! Seja anátema!

É insuportável ver o culto à fé na fé, e também assistir descarados convites feitos em nome de Deus para que se façam novos sacrifícios, visto que o de Jesus não foi suficiente, e Deus só atende se alguém fizer voto de freqüência ao templo, e de dinheiro aos sacerdotes do engano e da ganância. Insuportável!

É insuportável assistir ao silêncio de todos os dantes protestantes—e que até hoje ofendem os cultos afro-ameríndios por seus sacrifícios, sendo que estes ainda têm razão para sacrificar, visto que não confessam e não oram em nome de Jesus—ante o estelionato feito em e do nome de Jesus, quando se convida o povo para sacrificar a Deus, tornando o sacrifício de Jesus algo menor e dispensável. Insuportável!

É insuportável ver o povo sendo levado para debaixo do jugo da Lei quando se ressuscitam as maldições todas do Velho Testamento, e que morreram na Cruz, quando Jesus se fez maldição em nosso lugar. Insuportável!

É insuportável ver que para a maioria dos cristãos a Lei não morreu em Cristo, conforme a Palavra, visto que mantêm-na vigente como “mandamento de vida”, mas que apenas existe para gerar culpa e morte, também conforme a Escritura. Insuportável!

É insuportável ver e ouvir pastores tratando a Graça de Deus como se fosse uma parte da Revelação, como mais uma doutrina, sem discernir que não há nada, muito menos qualquer Revelação, se não houver sempre, antes, durante, depois, transcendentemente e imanentemente, Graça e apenas Graça. Misericórdia!

É insuportável ver a Bíblia sendo ensinada por cegos e que guiam outros cegos, visto que nem mesmo passaram da Bíblia como livro santo, desconhecendo a Revelação da Palavra da Graça do Evangelho de Deus. Insuportável tristeza!

É insuportável ver que os cristãos “acreditam em Deus”, sem saber que nada fazem mais que os demônios quando assim professam, posto que não estamos nesta vida para reconhecer que Deus existe, mas para amá-Lo e conhecê-Lo. Insuportável desperdício!

É insuportável enxergar que a mensagem do Evangelho foi transformada em guia religioso, no manual da verdade dos cristãos, mais uma doutrina da Terra. Insuportável humilhação!

É insuportável ver os que pensam que possuem a doutrina certa jamais terem a coragem de tentar vivê-la como mergulho existencial de plena confiança, mas tão somente como guia de bons costumes e de elevados padrões morais. Insuportável religiosidade!

É insuportável ver gente tentando “estudar Deus”, e a ensinar aos outros a “anatomia do divino”, ou a buscar analisar Deus como parte de um processo, no qual Deus está aprendendo junto conosco, não sabendo tais mestres que são apenas fabricantes de ídolos psicológicos. Insuportável sutileza!

É insuportável ver que há muitos que sabem, mas que nada dizem; vêem, mas nada demonstram; discernem, mas em nada confrontam; conhecem, mas tratam como se nada tivesse conseqüências… Insuportável…

É insuportável ver que se prega o método de crescimento de igreja, não a Palavra; que se convida para a igreja, não mais para Jesus; e que a cada cinco anos toda a moda da igreja muda, conforme o que chamam de “novo mover”. Insuportável vazio!

É insuportável ouvir pastores dizendo que o que você diz é verdade, mas que eles não têm coragem de botar a cara para apanhar, mesmo que seja pela verdade e pela justiça do evangelho do reino de Deus. Insuportável dissimulação!

É insuportável ver um monte de homens e mulheres velhos e adultos brincando com o nome de Deus, posando de pastores, pastoras, bispos, bispas, apóstolos e apostolas, sendo que eles mesmos não se enxergam, e não percebem o espetáculo patético no qual se tornaram, e o ridículo de suas aspirações messiânicas estereotipadas e vazias do Espírito. Insuportável jactância e loucura!

É insuportável ver Jesus sendo tratado como “poder maior” e não como único poder verdadeiro. Insuportável idolatria!

É insuportável ver o diabo ser glorificado pela freqüência com a qual se menciona o seu nome nos cultos, sendo que Paulo dele falou menos de uma dúzia de vezes em todas as suas cartas, e as alusões que Jesus fez a ele foram mínimas. No entanto, entre nós o diabo está entronizado como o inimigo de Cristo e o Senhor das Culpas e Medos. E, assim, pela freqüência com a qual ele é mencionado, ele é crido; e seu poder cresce na alma dos humanos, a maioria dos quais sabe apenas do Medo da Lei, e nada acerca da Total Libertação que temos da Lei e do diabo na Graça de Jesus, que o despojou na Cruz. Insuportável culto!

É insuportável ver seres humanos sendo jogados fora do lugar de culto por causa de comida, bebida, cigarro, roupa, sexualidade, ou catástrofes de existência. Isto enquanto se alimenta o povo com maldade, inveja, mentira, politicagem, facções, e maldições. Insuportável é coar o mosquito e engolir o camelo!

É chegada a hora do juízo sobre a Casa de Deus!

De Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, isto também ceifará. A eternidade está às portas. Então todos saberão que não minto, mas falo a verdade, conforme a Palavra do Evangelho de Jesus.

Com tremor e temor, porém certo da verdade de Jesus,

Caio Fabio.

O DIABO HUMANO

Jesus disse que viu Satanás caindo do céu. E isto enquanto os 70 discípulos enviados por Ele para pregar o Evangelho, curar os doentes, e anunciar o reino de Deus, iam de cidade em cidade, apenas levando quase-nada além de si-mesmos, porém inteiros de alegria e fé.

Paulo diz que na Cruz Jesus “despojou os principados e potestades espirituais, triunfando deles...”

Já o Apocalípse nos diz que chegaria uma hora na qual Satanás seria lançado na Terra... Então se diz: “Ai da Terra e dos que nela habitam!”

Pessoalmente creio que estamos vivendo existencial, psicológica, tecnológica, política, econômica, ecológica e espiritualmente — em dias apocalípticos!

Isto porque, além de todas as evidências esmagadoras que nos cercam como “fato-de-morte”, e que hoje são afirmadas não por profetas e videntes, mas por cientistas de todas as áreas —, temos algo mais sério ainda em curso; e que nenhuma ciência parece perceber a gravidade de morte que ela trás consigo.

Escrevendo a Timóteo, na segunda carta, Paulo diz no capítulo 3 que nos “últimos dias” os homens, para além de qualquer outra coisa, perderiam o afeto natural. E afirma que a morte da afetividade faria perecer com ela a reverência e a honra a pai e mãe; o que traria à reboque um estado de desafetividade que acabaria por produzir uma sociedade global feita de homens e mulheres implacáveis, egoistas, narcisistas, amantes apenas de si mesmos, e incapazes de aprender-apreendendo a verdade no íntimo; o que gestaria almas em crescente estado de auto-indulgência e uma quase total incapacidade de amar.

Pois assim como em Jesus vai-se de glória em glória até a estatura do varão perfeito; no diabo se vai de desfiguração em desfiguração até ficarmos a cara de Satanás.

Ora, tudo isto combina com o que Jesus disse ao se referir a tais “dias”; pois Ele nos disse que “naqueles dias os homens odiariam, trairiam, e matariam uns aos outros...”; e afirmou que os “inimigos do homem seriam os de sua própria casa”; completando com a afirmação que afirma que “por se multiplicar a iniquidade”, o amor se esfriaria “de quase todos”.

Assim, com o diabo caído na Terra e com fome de morte; e com os homens se tornando semelhantes ao diabo e cada vez mais dês-semelhantes de Deus — o futuro dos humanos é sombrio!

Na realidade, como não se pode estudar as ações do diabo na Terra, posto que o próprio diabo está limitado ao “fornecimento” de material espiritual, moral e cultural que a humanidade lhe oferece, o que fica visível aos olhos não é o diabo no homem, mas sim o homem no diabo.

Sim, porque de fato o homem está virando diabo!

Cada vez mais o melhor modo de saber como é o diabo é olhando a humanidade. Isto porque o diabo (diabulos) é aquele que divide; e Satanás é aquele que se opõe; ou seja: é o adversário.

Ora, olhando para qualquer lugar da Terra e observando os humanos, tem-se que admitir que a humanidade existe cada vez mais em razão das divisões e das guerras de todas as formas e maneiras. Vivemos numa sociedade dividida e na qual o outro é o inimigo; e isto indo da religião, passando pelas relações humanas em geral (especialmente as que envolvem sexo, dinheiro e poder), e chegando ao mercado de trabalho, pois o concorrente já nem mesmo tem que ser vencido; de fato ele tem que ser aniquilado.

Além disso, a morte da afetividade, do respeito aos mais velhos, da reverência aos pais, do amor dos pais pelos filhos, da fidelidade, da gentileza, das educações mais banais, da solidariedade, da honestidade, da dignidade pessoal, do respeito pela existência de qualquer que seja o próximo — foi o poder-ausência que criou essa humanidade da qual somos parte; e que é feita de diabos, quase em sua totalidade.

O espírito do diabo está tão presente e imanente na maioria das consciências humanas, e até naquilo que entre nós se chama de Direito, Justiça e Crença, que já não se deve praticar qualquer tipo de “batalha espiritual abstrata”, posto que os demônios estão andando ao nosso lado todos os dias, em todos os lugares; e não são espíritos invisíveis, mas cobertos de carne, pele e ossos...; e muitas vezes travestidos até de “cristãos”.

A tragédia “destes últimos dias” é que a humanidade vai perdendo a “imagem e semelhança de Deus”; e, dia a dia, vai se tornando mais e mais parecida com o próprio diabo.

E isto não é algo que deve ser dito apenas aos distantes e diferentes... “de nós”.

Não! Isto deve ser dito a nós mesmos; e dentro de nossas próprias casas, famílias, igrejas e governos; e também a cada forma de expressão humana que nos cerca; pois, em quase todas elas, vemos sutilmente os humanos ficando a cara do diabo; e isto sem que o percebamos.

Basta ver o que existe em você. Sim, procure por amor, perdão, graça, misericórdia, compaixão, reverência, gentileza, bondade, alegria simples, e também pela fé que opera pelo amor —; sim, dentro de seu coração busque tais coisas; e, não achando tais coisas enraizadas em você, olhe para os céus e peça misericórdia a Deus; e isto a fim de que você e eu não sejamos tragados pelo bafo do inferno que seca a umidade do amor no chão da alma humana.


Nele, que nos disse como seria..., a fim de que não nos tornássemos o que não fomos criados para ser,

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Os que Vencem ao Fracassar

Por Carlos Moreira. 

Em tempos de teologia da prosperidade, dos “mais que vencedores”, daqueles que decretam e “deus” faz, dos que não adoecem, não se deprimem, comem das “iguarias da terra” e desfrutam do “melhor” que lhes está “reservado”, eu confesso: sou um derrotado!
Provavelmente não há esperança para mim... Existo em meio a contradições, minha alma está dividida, estou em “milhares de carros, eu estou ao meio”. A grande maioria dos meus sonhos nunca se cumpriu, boa parte dos projetos que idealizei deu em nada, já trabalhei sem ter resultados, me senti por vezes como Sansão, rodando a grande roda de moinho da vida sem sair do lugar.
Mesmo dizendo para mim mesmo que “tudo posso naquele que me fortalece”, continuo sentindo medo. Há “fantasmas” percorrendo as ruas sombrias da minha alma, lembranças que me atormentam, “vozes” que me assustam. Não raro sinto um aperto no coração, falta de ar, falta de espaço, falta de chão! Eu bem que queria ser daqueles que nunca retrocedem, que derrotam os “gigantes” e jamais caem na “batalha”, mas a verdade é que sou frágil, me canso, me desmotivo, sou como um qualquer, sou genérico, ainda que desejasse ser singular...   
Como disse o Lulu Santos em sua canção, “já não tenho dedos pra contar de quantos barrancos despenquei, e quantas pedras me atiraram, ou quantas atirei”. Já me meti em muitas enrascadas, fiz escolhas desastrosas, perdi tempo, perdi dinheiro, perdi amigos, perdi vida, essa coisa preciosa que não se pode recuperar, vida que escorreu pelos meus dedos, seiva que se foi como um rio pelo esgoto do cotidiano.   
Na verdade, “eu não sou um homem; sou um campo de batalhas” como afirmou Nietzsche. Dentro de mim há fogo, dores, desencontros e paradoxos. Estou em “guerra” contra Deus, contra o meu semelhante, contra mim mesmo. Luto para saber quem sou, por que sou, de onde vim, para onde vou? Por vezes eu tenho as respostas, já em outros momentos sinto-me suspenso, dependurado sob a navalha da verdade, encurralado entre a razão e a fé, entre o real e o intangível.
Mais há uma fagulha em mim que teima em não apagar. Mesmo reconhecendo que perdi muitas coisas, nunca se extinguiu a paixão que sinto por Deus. Ainda que eu esteja neste atoleiro existencial, onde não se vai nem para frente nem para trás, continuo crendo, pois existir é absurdo, é contra-fluxo, é contra-mão.
Eis, então, surge a “dialética de Paulo”: “de todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos”. Talvez lhe pareça o coro dos insensatos, mas não é. É paradoxo, é mistério, é, sem dúvida alguma, incompreensível tentar compreender com as lentes da razão aquilo que só pode ser discernido pelo coração.
Talvez seja por isso que eu continuo, insisto, não desisto. Há dias que estou de pé e outros nos quais me arrasto pelo chão gelado do inimaginável. Vou, como diz Che Guevara, “derrota após derrota até a vitória final”. Faço como me ensina a Escritura, “diga o fraco: eu sou forte”. 
E quem foi que disse que só se vence quando se ganha? Que nada! Muito pelo contrário, há vitórias que só podem ser atingidas quando se é “derrotado”, pois é “morrendo que se vive para a vida eterna”! E aqui eu lhe afirmo: existe, sim, aqueles que só vencem ao fracassar, os que abriram mão de ser qualquer coisa que não seja em Deus.

Num mundo feito apenas para os “campeões”, prefiro ser perdedor. E se você quiser saber o que é derrota, eu vou lhe dizer, nas palavras de Martha Medeiros: “derrota é quando a gente ganha dos outros, mas desiste de si mesmo”. A bem da verdade, já desisti de mim muitas vezes, e só continuo por aqui porque “Ele” jamais desistiu...
Carlos Moreira é co-Editor do Genizah
 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Silas Malafaia, Edir Macedo e Valdemiro Santiago: Escorpiões Gospels

Por Leonardo Gonçalves
Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio, e fez um pedido: “Sr Sapo, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?” O sapo respondeu: “Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralizado e vou afundar”. Disse o escorpião: “Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos”. Confiando na lógica do escorpião, o sapo concordou e levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio. Porém, ao chegar do outro lado do rio, o escorpião cravou seu ferrão no sapo. Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou: “Por quê? Por quê?” E o escorpião respondeu: “Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza”.
Silas é um escorpião: Depois de apoiar Marina Silva, jogou a candidata no "corredor polonês" Silas Malafaia ficou conhecido na década de 90 como pregador ousado que desmascarava os arautos da doutrina da prosperidade fácil. Porém, em 1995, defendeu Edir Macedo e sua fábrica de fazer dinheiro – à saber: Igreja Universal do Reino de Deus – em rede nacional. Segundo Caio Fábio, Silas teria mordido uma grana preta para sair em defesa do bispo.  Já na virada do século, Malafaia levantou a bandeira “anti-G12”. O movimento de crescimento de igrejas alcançava seu auge no Brasil com o método trazido da Colômbia, e o pastor tratou logo de gravar um DVD refutando as praticas gedozistas. Vendeu mais que água no deserto! Anos depois, o mesmo Silas apareceria de mãos dadas com Valnice Milhomens, embaixadora do G12 no Brasil, e o
apóstolo
patriarca Renê Terra Nova, o cara do M-12, versão manauara do movimento herético. Por detrás da amizade repentina está uma rede de contatos milionárias, a qual inclui Morris Cerulo e Mike Murdok.


Outro escorpião gospel é Valdemiro Santiago: Após aprender todos os segredos do mestre, lhe deu a maior rasteira ao fundar a Igreja Mundial
Nas eleições, Silas defendeu Marina Silva, candidata evangélica e até onde se sabe, um modelo de integridade na vida pública. Mas ao perceber que Marina não teria chance de vencer o pleito, o telepastor jogou a candidata num “corredor polonês” virtual, dizendo que à candidata era à favor da liberação da maconha, do casamento gay e outras mentiras mais. No entanto, o que predominou mais uma vez foi a ganância do Malafaia, que viu na eleição do candidato José Serra, a possibilidade de obter a concessão de um canal de TV.
Silas Malafaia não tem amigos; ele tem comparsas. Seus “camaradas” também são escorpiões, e parece que o homem da “bíblia do milhão” já está sentindo o veneno correr em suas veias. Primeiro foi Edir Macedo, o cara que o Silas defendeu em 1995: O bispo descarregou todo seu arsenal nele, escrevendo em seu blog pessoal. Silas rebateu como pode, mas Caio Fabio apareceu aos 45 minutos do segundo tempo com um vídeo revelador.


Quem é o escorpião e quem é o sapo? Hum... Difícil!
Recentemente, Valdemiro Santiago, o apóstolo suado que apesar de fazer tantos sinais, não conseguiu fazer o milagre de limpar sua ficha policial [e fez discípulos! Veja mais aqui], injetou seu veneno no Malafaia. Depois de ter defendido o apóstolo no programa “Vitória em Cristo” por ocasião do fechamento da Igreja Mundial do Poder de Deus, Silas pensou ter ganhado um amigo. Mas a aliança “fraterna” entre Silas e Valdemiro se consolidou mesmo quando ele criticou duramente o missionário RR Soares por ter comprado horários de Valdemiro na CNT, afinal, “Que crocodilagem, né?”. O sol nasce para todos, Sr. Soares, e o apóstolo só está querendo ganhar a vida “honestamente” na TV, igual a você! Mas escorpião é sempre escorpião, e num vacilo do Malafaia, Valdeco Molhado pagou mais do que Silas Malafaia podia oferecer e tirou o ex-bigodudo da madrugada da Band.
Que rasteira! Haja veneno!
Escorpiões são assim: Não possuem compromisso com a ética ou com a verdade. O Deus deles é o dinheiro, e por causa dele são capazes de injetar seu veneno em qualquer um. E Silas, Valdemiro e Edir Macedo seguirão assim para sempre, à menos que Deus efetue a transformação das suas naturezas moribundas. Sim, pois no final, tudo é uma questão de “natureza má”.


PS: A última notícia é que Silas estaria negociando um horário nas tardes, na mesma emissora. Para isso, a Band deixaria de exibir sua programação infantil, o que seria uma baita duma #sacanagem

Leonardo Gonçalves é editor do Púlpito Cristão

domingo, 21 de agosto de 2011

Dispensacionalismo

O dispensacionalismo é uma doutrina teológica e escatológica cristã que afirma que a segunda vinda de Jesus Cristo será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento e um período de sete anos de tribulação, após o qual ocorrerá a batalha do Armagedon e o estabelecimento do reino de Deus na Terra.

A palavra "dispensação" deriva-se de um termo latino que significa "administração" ou "gerência", e se refere ao método divino de lidar com a humanidade e de administrar a verdade em diferentes períodos de tempo.

Inicialmente elaborada por John Nelson Darby a partir das visões da adolescente Margaret McDonald, o dispensacionalismo é um sistema teológico que apresenta duas distinções básicas:

(1) Uma interpretação consistentemente literal das Escrituras, em particular da profecia bíblica, vista em várias séries de "dispensações" de Deus na história.

(2) A distinção entre Israel e a Igreja no programa de Deus.

A teologia dispensacionalista acredita que há dois povos distintos de Deus: Israel e a Igreja.

Os dispensacionalistas acreditam que a salvação foi sempre pela fé (Em Deus no Velho Testamento; especificamente em Deus o Filho no Novo Testamento).

Os dispensacionalistas afirmam que a Igreja não substituiu Israel no programa de Deus e que as promessas do Velho Testamento a Israel não foram transferidas para a Igreja.

Eles crêem que as promessas que Deus fez a Israel no Velho Testamento serão cumpridas no período de 1000 anos de que fala Apocalipse 20. Eles crêem que da mesma forma que Deus concentra sua atenção na igreja nesta era, Ele novamente, no futuro, concentrará Sua atenção em Israel (Romanos 9-11).

Usando como base este sistema, os dispensacionalistas entendem que a Bíblia seja organizada em sete dispensações:

Inocência (Gênesis 1:1- 3-7), Consciência (Gênesis 3:8- 8:22), Governo Humano (Gênesis 9:1 – 11:32), Promessa (Gênesis 12:1 – Êxodo 19:25), Lei (Êxodo 20:1 – Atos 2:4), Graça (Atos 2:4 – Apocalipse 20:3) e o Reino Milenar (Apocalipse 20:4 – 20:6).

Mais uma vez, estas dispensações não são caminhos para a salvação, mas maneiras pelas quais Deus interage com o homem. O Dispensacionalismo, como um sistema, resulta em uma interpretação pré-milenar da Segunda Vinda de Cristo, e geralmente uma interpretação pré-tribulacional do Arrebatamento.

Jcc

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Devo sentir algo para adorá-lo?


Você já sentiu isso?

Tipo, você está no meio do louvor, dai começa a adorar. Coloca seu coração em cada palavra, masssssss……. não sente “aquela unção“…… ou presença de DEUS…. como vc queira chamar.
Dae você começa a se perguntar:

- Será que DEUS está recebendo meu louvor?
- Será que tenho algum pecado a ser confessado?
- Será que DEUS se afastou de mim?
Então te pergunto:
– Porque você perguntando isso?
Você responde:
Ué… porque não to sentindo nada! Acho que Deus não está recebendo minha adoração…..
Béeeeeee!!! Resposta errada!

Quem disse que você precisa sentir algo para adorar a DEUS? Hein? Hein? Heeeein?????

Vou lhes contar um testemunho:

Estava em meu aposento (huahauha que brega! “Quarto” mesmo!). Então como gosto de fazer, deitei no chão e comecei a orar e adorar a DEUS.

Passaram-se os minutos e não sentia  ”aquela presença de DEUS”…..

Passado mais um tempo, disse: “Amém, SENHOR…. vou dormir….” – Disse isso, mas o que meu coração dizia era “já q o SENHOR não vem, eu vou dormir…..”

Coloquei o 1º pé debaixo do edredon qndo DEUS resolve me dar uma lição:

- Fê, porque você está indo dormir?
- Ah PAI…. o SENHOR não veio… fiquei orando e adorando e nada……
- E quem disse que não estava aqui?
- Sei lá…. não senti nada…..
- Ah…. quer dizer que você precisa de um toque pra me adorar?
- Não… é que eu……
- Significa q você é como um carro velho que precisa ser empurrado?
- Não PAI…… é que…..
- Então você precisa sentir algo pra me adorar?
- Ok…. entendi……
- Fê, desde que você fechou os olhos eu estou aqui!!

Cara, eu gosto como DEUS trata comigo! Hahaha!! Sei lá… acho cômico as vezes!

Mas depois de ouvir isso DELE, pulei da cama e voltei a orar e adorar. Dai pra frente durou mais de 1 hora!!!

Com essa lição, aprendi: Você não tem que adorar a DEUS pelo o q ELE faz em vc e sim PELO O QUE ELE É!
Se adorarmos a Deus esperando um “toque” Dele, nos estaremos barganhando com Deus em nossa adoração!

“Pai, te adoro, mas me toca, faz eu sentir algo tá?”
Consegue sentir o quão desprezível isso é?
O que nós queremos fazer com o louvor e adoração é agradar a DEUS certo? (sabendo que nossas vidas por completo devem ser para exclusiva adoração a ELE, quer comamos ou quer bebamos – 1 Coríntios 10:31 )

Ok, agora analisemos o seguinte versículo:
Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. – Hebreus 11:6
Vamos analisar este texto:

Sem fé é impossível agradar-lhe:
Não dá pra montar um estudo sobre fé aqui, mas a fé não se baseia em sentimentos! Não tem nada com emocional. DEUS permite que você veja milagres, coisas aconteçam e até sensações em seu corpo com o objetivo exclusivo de te dar/acrescentar fé. Porque é assim que você verá teu Deus agindo e isso fará você crer com mais convicção NELE. Então se você tiver fé (não baseada em emoções) então você estará agradando a DEUS, logo, adorando a Deus.

…porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe:
Não sei se na sua bíblia está diferente, mas na minha diz “CREIA que ELE existe” e não “SINTA que ELE existe”. Perceba que nessa frase tem o “é necessário“. É de suma importância você crer (não é sentir!) que ELE está onde você está!

…e que é galardoador dos que o buscam:
Se você o buscar de todo o coração, não tem como ELE resistir à sua adoração! (Salmos 51:17). Imagina um pai q ouve sua filhinha dizer:

“Papai, ti amuuu!!!”
Que PAI resiste a isso? Com certeza ele vai correr ao encontro dela e abraçá-la, beijá-la, apertá-la……
A adoração deve ser baseada em nossa fé e não em nossas emoções! Fé é o firme fundamento e emoção é instável.

Talvez você já ficou chateado(a) porque no acampamento todos foram “tocados” menos você, no culto, os irmãos são cheios e você não, no seu quarto parece que a oração não passa do teto…….
Não seja um carro velho! Não se apoie em suas emoções para adorar a DEUS! Apoie-se na fé! Você não precisa sentir que ELE está com você, você precisa CRER que ELE está ali com você!

Não adore a DEUS barganhando. Não o adore só por causa de SUA maravilhosa presença, não o adore já esperando que ELE vai vir e te tocar, não o adore esperando que ELE vai se manisfestar!!!! Adore pelo o que ELE é! Pelo o seu infinito amor!
Você ficaria feliz se as pessoas te procurassem SOMENTE por algo que você tem, ou seja, por interesse?

Morrer na cruz não foi o bastante pra você?
Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. – Gálatas 5:6

Fé que opera por amor:
Este é um versículo que o SENHOR me mostrou de forma tremenda! Sua fé, deve agir baseada em seu amor a Ele!! Você crê porque O ama!!!
Se na adoração devemos crer, então creiamos amando ELE!
Uhuuuuuuu!! Cara!! Meu coração se enche de alegria enquanto escrevo isso!!! DEUS é fantástico cara!!! Glória a ELE!!! ELE é lindo, lindo, lindo!!!! E cheroso!!! Heheh!
Na próxima vez que você quiser adorá-lo (agradá-lo), faça-o com fé baseada no amor a ELE e crendo que ELE está no exato lugar onde você está! Tipo ae do seu lado enquanto você lê este estudo!

Que tal olhar pra ELE agora e o adorar???

Escrito por em sexta-feira, 10 junho 2011